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Uma nova onda: #Disrupção!

Por: Eduardo Freitas

30 de outubro de 2017 Criação, Criar

Uma nova onda: #Disrupção!

Há algum tempo, nós da publicidade, marketing e criação trabalhávamos, todos os dias, pensando em tendências, inovação e tecnologia. Embalávamos novas ideias e criávamos novos produtos e formatos de comunicação para as empresas.

Entretanto, no decorrer dos anos e do avanço das tecnologias, dos novos processos, das redes sociais e da chegada de um mercado cada vez mais digital e de pessoas mais conectadas à informação, esse cenário se modificou.

Expressões como “startup”, “inteligência artificial”, “design thinking” e outras tantas, que agora bombardeiam pessoas de todas as áreas. Antes, isso era privilégios dos grupos de criativos e marqueteiros.

Hoje, em qualquer roda de bar, pessoas de qualquer profissão trafegam por esses assuntos. Com seus smartphones, eles trabalham de uma forma rápida e conectada. Temas que antes eram restritos aos especialistas agora são mais comuns do que falar sobre o bom e velho futebol.

Há menos de dois anos, não se falava, por exemplo, em startup para agronegócio. Quando o assunto era construção civil, o foco sempre era na mão de obra humana e nos processos. Ninguém valorizava os relacionamentos por aplicativos e endomarketing necessários para um bom resultado.

Agora, a maioria destes termos tecnológicos são tendência de negócio e realidade de mercado. As empresas e produtos mudam em um ritmo alucinante.

“Natural” para os “millennials” (jovens da “geração Y”, nascidos no final dos “anos 80”). Mas “surreal” para os adultos da faixa dos 35 aos 60 anos, que também estão no mercado de trabalho e se preparam para a próxima onda que está por vir.

Próxima onda de disrupção

Todos antenados às novidades, de uma forma ou de outra, estão a caminho de um mundo com fábricas e serviços com linhas de produção totalmente robotizadas.

Estamos vivendo o que sempre esperamos: lembro que em 1999/2000, na primeira bolha digital, começamos a falar em “streaming” e transmissão de dados de conteúdo via internet. Era a primeira onda de marketing de conteúdo e ficávamos de olhos abertos e assustados com aquela revolução.

Mas o momento das máquinas (infraestrutura, transmissão e recepção da audiência) ainda não era compatível com as ideias e ficamos aguardando um bom tempo para que chegássemos até aqui.

Hoje, ninguém vive sem Netflix ou Spotify, conectados manhã, tarde e noite aos serviços de streaming que definem o novo comportamento, não só dos millennials, mas de todos as pessoas que, há muito pouco tempo, só assistiam conteúdo de TV aberta.

Inovar, buscar, ir atrás das novidade e tendências de mercado: ser disruptivo!

Palavra que resume tudo isso em uma forma de pensar sem se apegar as coisas. Pensar fácil, pensar simples… Transformar não só em digital, mas pensar em todos os sentidos, pensar sensorial.

A edição de setembro da revista Exame traz a opinião do físico Peter Diamandis. Ele é um dos fundadores da tão badalada “Singularity University”, que tem atraído para a Califórnia, nos últimos anos, empresários do mundo todo interessados em saber como as tecnologias deverão impactar o futuro. O físico divide a “disrupção” em seis estágios: digitalização, decepção, disrupção, desmonetização, desmaterialização e democratização.

E qual o papel do criativo neste cenário? Avaliar ideias, pensar juntos, agregar valores que já estão no mercado, mediar, tocar a quatro mãos o que já sabemos. As ideias não são nossas, são coletivas e devem ser pensadas sempre como um cérebro coletivo.

É como falamos e assinamos a nossa marca aqui na agência: crie, mova-se, adapte-se!

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